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Está resolvido o Coffee Quiz # 9. A vencedora foi a ex-parisiense Susete, que acertou na identificação do estabelecimento ilustrado na fotografia, o Le Procope.

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Fundado em 1686, pelo siciliano Francesco Procopio dei Coltelli, o Le Procope é o café-restaurante mais antigo de Paris e, também, um dos mais célebres.

Mais pormenores aqui, aqui e, claro, aqui.

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Nível: médio

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“Vim da terra vermelha e do cafezal.
As almas penadas, os brejos e as matas virgens
Acompanham-me como o espantalho,
Que é o meu auto-retrato.
Todas as coisas frágeis e pobres
Se parecem comigo.”
– Candido Portinari

Na fotografia, Portinari com a esposa, Maria, no seu atelier no Rio de Janeiro, 1931

Para saber mais sobre a vida e obra deste magnífico artista brasileiro, protagonista do último Coffee Quiz, da autoria da Raquel, não deixe de visitar os links Centenário Portinari 2003/2004 e Projeto Portinari. Verá que vale bem a pena. Não acreditam? Aqui fica uma muito pequena amostra das delícias que, por lá, poderão encontrar.

 

Eram belas as manhãs frias na época da apanha do café e delicioso o canto dos carros de boi transportando as sacas da colheita. Quantas vezes adormecíamos sobre as sacas. A luz do sol parecia mais forte. Era somente para nós. Ia pela estrada afora o carro vagaroso, cantando. Dormíamos cheios de felicidades. Sonhávamos sempre, dormindo ou não. Nossa imaginação esvoaçava pelo firmamento (…). À noite, deitávamos na grama ao redor da igreja e de barriga para cima ficávamos vendo as estrelas e sonhando; um perguntava ao outro o que desejava ser – as respostas eram ambiciosas: um desejava ser rei, outro general, aquele dono de circo.

Candido Portinari

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Nível: Difícil

* Postal da segunda década do século passado.

ADENDA: Mais um quiz brilhantemente resolvido pela Raquel. De facto, o postal representa A Bolsa Oficial do Café, hoje Museu do Café de Santos. Postal de 1920. Acervo: Laire José Giraud.

Com alguns dias de atraso – que o tempo tem escasseado – cumpre-me explicar o último Coffee Quiz, brilhantemente ganho pela !!! 😉 .

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Um ibrik é um recipiente especial de cobre ou latão com uma longa pega, utilizado na preparação do chamado Café Turco! Ibrik é a designação em árabe, cezve á palavra utilizada no vocabulário turco e, por fim, mpriki (pronuncia-se briki) é o equivalente em grego. Informação mais detalhada sobre este belíssimo objecto pode ser encontrada neste link.

Como bónus – para quem quiser saber mais sobre Café Turco – aqui fica um endereço que contém uma curta explicação sobre como preparar esta especialidade.

Bons cafés!!!

espresso

Nível: Difícil

Qual a origem do termo “bica”, utilizado em algumas zonas de Portugal como sinónimo de café espresso?

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Para finalizar este assunto, aqui fica uma amostra de grãos de café, recolhida dos excrementos de um Luwak. Digam lá se não tem aspecto de que dará um café delicioso!!! 🙂

“Este café é uma merda!”, quem já não ouviu, proferiu ou conteve-se para não proferir esta frase quando confrontado com uma chávena de café que não merecia mais do que ser adjectivada de “chicória”? Pois, eu nunca disse, mas que já me apeteceu umas quantas vezes, lá isso já…

kopi-luwak.jpgAcontece que talvez não seja a melhor forma de manifestar o nosso desagrado (e não é, apenas, por ser má educação dizer palavrões 🙂 ). É que o café mais caro, saboroso e raro do mundo é uma merda! Eu explico.

O Kopi Luwak, originário do arquipélago da Indonésia, é um café fabricado, exclusivamente, à base de grãos de café recolhidos das fezes de um animal local, o Luwak. Daí o nome do café: Kopi Luwak (kopi significa café, em bahasa).

Este animal, que baseia a sua dieta em frutos, pequenos mamíferos e insectos, come apenas os frutos mais doces, maduros e avermelhados do café, que são digeridos pelo seu organismo, com excepção dos grãos, que são excretados junto com as fezes, totalmente intactos. É justamente essa “produção” limitada de grãos (menos de 230 Kg por ano) o motivo da sua raridade e, consequentemente, do preço alto – é o café mais caro do mundo, segundo a revista Forbes. Há medida que o grão passa pelo sistema digestivo do animal sofre uma espécie de processo de fermentação, que confere aos grãos propriedades únicas, proporcionando um café de sabor levemente achocolatado. Inigualável, garantem os apreciadores.

Agora que já está explicado o último Coffee Quiz, quantos “cafezes” é que vão ser?

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Enquanto escasseia o tempo para dedicar a este blogue, aqui fica este belo retrato de uma “Casa de Café” na Palestina.

(Imagem gentilmente surripiada à Wikipédia)

Enquanto não inauguramos a página "Museu do Café", devido à natural derrapagem no prazo de construção :), aqui fica um pequeno vídeo sobre a história do café, desde a sua origem até aos nossos dias.

Mulher colhendo café, na Etiópia.

…o café mais caro do mundo, o Kopi Luwak, é recolhido dos excrementos de um animal. Confira aqui ou aqui.