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Lavrador de Café, Candido Portinari, 1934
Pintura a óleo em tela, 100×81 cm
Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand

 

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“Vim da terra vermelha e do cafezal.
As almas penadas, os brejos e as matas virgens
Acompanham-me como o espantalho,
Que é o meu auto-retrato.
Todas as coisas frágeis e pobres
Se parecem comigo.”
– Candido Portinari

Na fotografia, Portinari com a esposa, Maria, no seu atelier no Rio de Janeiro, 1931

Para saber mais sobre a vida e obra deste magnífico artista brasileiro, protagonista do último Coffee Quiz, da autoria da Raquel, não deixe de visitar os links Centenário Portinari 2003/2004 e Projeto Portinari. Verá que vale bem a pena. Não acreditam? Aqui fica uma muito pequena amostra das delícias que, por lá, poderão encontrar.

 

Eram belas as manhãs frias na época da apanha do café e delicioso o canto dos carros de boi transportando as sacas da colheita. Quantas vezes adormecíamos sobre as sacas. A luz do sol parecia mais forte. Era somente para nós. Ia pela estrada afora o carro vagaroso, cantando. Dormíamos cheios de felicidades. Sonhávamos sempre, dormindo ou não. Nossa imaginação esvoaçava pelo firmamento (…). À noite, deitávamos na grama ao redor da igreja e de barriga para cima ficávamos vendo as estrelas e sonhando; um perguntava ao outro o que desejava ser – as respostas eram ambiciosas: um desejava ser rei, outro general, aquele dono de circo.

Candido Portinari

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Terraço do Café à Noite (Place du Forum, Arles, à Noite)
Vincent van Gogh, 1888
óleo em tela
81 × 65,5 cm
Museu Kröller-Müller

Lenço Namorados

Pormenor de um Lenço dos Namorados

Uma arte e tradição do Minho, no Dia dos Namorados. Mais informações aqui.

Paul Cézanne (Musée d’Orsay)

Ilona Bastos

Estampa-se o sol em delicados raios
Sobre o mármore branco e liso da cozinha

Suavemente me debruço e uma porta abro,
Recolho a chávena fina e o florido prato

Ergo o meu braço e num voo livre,
No gesto de um armário desvendar,
Recolho o nobre pó de inebriante aroma.

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Uma das minhas preferidas, sem dúvida.

autógrafo old deuteronomy - cats

Pois é, aqui está ele para que ninguém duvide :). Para quem não conhece a personagem, é o velho gato que encerra o vídeo que coloquei no post anterior. No Coliseu do Porto, julgo que foi representado por Nicholas Pound.

Tinha prometido um testemunho. Agora que vi, acho melhor deixar um pequeno resumo (só para aguçar o apetite) deste grande espectáculo. Adorei e aconselho. No Porto até 30 de Setembro, em Lisboa a partir de 5 de Outubro. Não fosse o preço dos bilhetes (ajustado ao espectáculo que é) e não me importava de ver novamente. Até já me dá saudades, só de ver o vídeo :(…


Estreia hoje, no Coliseu do Porto, o musical de Andrew Lloyd Webber, baseado na obra de T.S. Eliot “Old Possum’s Book of Pratical Cats”, que conta a história da Gata Grizabella e do seu regresso à família que abandonara pela descoberta de novos “mundos”.

O espectáculo estará em exibição no Porto até 27 de Setembro, partindo depois para Lisboa onde estará em cena a partir de 5 de Outubro. Os bilhetes estão à venda na Ticketline, Lojas Fnac e Agências Abreu, para além, claro está, do Coliseu do Porto e do Coliseu dos Recreios.

Oportunidade única para ver o espectáculo que bateu recordes de longevidade no West End Londrino e na Brodway, onde se manteve em exibição por mais de 20 anos, razão pela qual é o musical de maior sucesso e há mais tempo em cartaz.

Pela minha parte, o lugar já está reservado, pelo que espero dar o meu testemunho acerca desta obra… lá para a última semana deste mês!!!

Porto – Coliseu do Porto – 12 a 27 de Setembro

Lisboa – Coliseu dos Recreios – 5 a 29 de Outubro

Espectáculo para maiores de 6 anos, Versão original com legendagem em português
Duração de 2h25m

Estátua de Fernando Pessoa, no café A Brasileira, ao Chiado, Lisboa.

Auto-retrato de Almada Negreiros, com alguns amigos na Brasileira do Chiado (1925)

FONTE: Instituto Camões

Kofetarika (1888), de Ivana Kobilca (1861-1926)

Kofetarika, de Ivana Kobilca (1861-1926)