Hoje, a minha filha de dois anos pegou numa colher de pau e surpreendeu-nos. Começou a cantar. Não foi a primeira vez. Mas, desta vez, a utilização do acessório conferiu uma atmosfera mais profissional à performance.

Não reconhecemos nem a letra, nem a música. Apenas uma constatação: ao que tudo indica, herdou os dotes vocais do pai. Se fossem os da mãe, também não se notaria grande diferença.

Continua a ser a nossa Princesa!