O ministro Mário Lino não pára com as graçolas. Primeiro foi a Espanha afirmar-se iberista, depois apresentou-se como engenheiro civil “inscrito na ordem”, agora adejctivou de deserto a margem sul do Tejo, quando um dos maiores argumentos para inutilizar a “Portela” é, precisamente, situar-se numa zona urbana densa!

Por muito menos, outros encontram-se sob alçada disciplinar!