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O acordo para a assinatura do Tratado Reformador foi conseguido esta madrugada. Segundo as notícias, os “problemas” levantados pela Polónia e Itália foram ultrapassados. Curiosamente, não encontro na imprensa portuguesa nenhuma referência às reivindicações portuguesas, à respectiva negociação ou resultados da mesma. Deve querer dizer que correu tudo bem.
Três vivas então, para o Tratado Reformador. Agora é que é, Europa!

Hoje é dia de falar de Ambiente. Ainda bem. Não vou tecer grandes comentários sobre o tema, até porque não estou habilitado para o fazer. Vou deixar apenas uma lista de sugestões que gostava de ver implementadas em Portugal. Cá vai:
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A nomeação de um Ministro do Ambiente. É isso mesmo, não há engano. Entre outras coisas, teria como missão definir uma política ambiental para Portugal. Estamos mesmo necessitados.
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Acabar com os P.I.N.’s (Projectos de Interesse Nacional). Esta medida, criada por este governo, visa facilitar as burocracias e controlos ambientais dos grandes projectos imobiliários e empresariais, isentando-os assim de grandes constrangimentos. Com os PIN’s, a mensagem é clara: o Ambiente não está no topo do interesse nacional. Há que mudar esta situação.
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Incentivar o uso de energias alternativas. Mas a sério. Não falo daquela patética dedução actualmente prevista no IRS.
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Proteger o que resta da magnífica paisagem que este “jardim à beira mar plantado” oferece. Não é isso que se passa na Arrábida, nem o que pretendem para a Costa Alentejana. Já nem falo do Algarve, porque é tarde demais. Sobra, por enquanto, o interior, ainda pouco atractivo.
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Definir uma política de gestão da Água. Já o disse Gorbachev que será – se não é, já – o grande dilema a resolver pela Humanidade, potencial causa das maiores guerras deste século.
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Melhorar a rede de transportes públicos, de forma a constituí-la como verdadeira alternativa ao uso do automóvel. Para isso, é necessário que alie eficiência e comodidade. Terá custos, mas, se abdicarmos do TGV que não precisamos, está encontrada a fonte de financiamento.
Já me contentava com isto, ao nível do Estado. Não será fácil, mas é a caminhar que se faz o caminho. Por isso, Sr. Eng. Sócrates, em vez de ir aos E.U.A. dizer, num magnífico inglês técnico, que Portugal está comprometido com o combate ao Aquecimento Global – como se isso importasse a alguém ou fizesse alguma diferença -, faça alguma coisa pelo Ambiente em Portugal, que a malta agradece. Não queira ser mais papista que o Papa.
Quanto a cada um de nós, simples indivíduos, podemos adoptar um lema muito simples: evitar o desperdício. Parece simples, mas é o que está ao nosso alcance. E sempre é um começo!

Foto: Kaffa
Um juíz britânico encontrou nove erros/imprecisões no documentário Uma verdade inconveniente, promovido por Al Gore, ex-vice presidente norte-americano, entretanto premiado com o prémio Nobel da Paz, pela academia sueca.












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