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Após esta introdução, o jornal Público apresenta uma lista de 58 edifícios, entre os quais destaco os seguintes, pela estupefacção que me provoca a sua escolha:
- Sede da Caixa Geral de Depósitos, Lisboa
- Estádio José Alvalade, Lisboa
- Basílica de Fátima, Cova da Iria
- Santuário de S. Bento da Porta Aberta, Gerês
- Santuário do Sameiro, Braga
- Cristo Rei, Almada
- Santa Luzia, Viana do Castelo
- Oceanário, Lisboa
Pode consultar aqui a lista completa, elaborada por 7 especialistas (em horrores) contactados pelo Público.
I don’t believe in an interventionist God / But I know darling that you do
But if I did I would kneel down and ask Him / Not to intervene when it came to you
Not to touch your hair on your head / But to leave you as you are
And if He felt He had to direct you / Then direct you into my arms
Into my arms oh Lord / Into my arms oh Lord / Into my arms oh Lord / Into my arms
I don’t believe in the existance of angels / But looking at you I wonder if that’s true
And if I did I would summon them together / And ask them to watch over you
To each light a candle for you / To make bright and clear your path
And to walk like Christ in grace and love / And guide you into my arms
Into my arms oh Lord / Into my arms oh Lord / Into my arms oh Lord / Into my arms
But I believe in love / And I know that you do too
And I believe in some kind of path / That we can walk down me and you
So keep your candle burning / Make a journey bright and pure
That you’ll keep returning always and evermore
Into my arms oh Lord / Into my arms oh Lord / Into my arms oh Lord
Into my arms
Gostava de conseguir dar origem a uma corrente que espalhasse pela blogosfera portuguesa o rosto e o nome do Rui Pedro e a causa que ele simboliza.
Tão simples quanto publicar um post com o nome do Rui Pedro no título e a foto do que se presume ser a sua actual aparência.
Já o disse que não sou fã de “correntes”. Mas, há causas a que ninguém pode ficar indiferente e todos os meios são bons para as levar por diante, especialmente quando se mostram eficazes. Por isso, aqui fica o meu pequeno contributo.
Seria bom que esta iniciatica tivesse grandes repercursões na blogosfera. Este não é (infelizmente) o blog indicado para perseguir esse objectivo, pelo que deixo nas mãos de alguns leitores habituais a responsabilidade do próximo passo. Raquel, Picador, JN, Rui Martins (e todos os que se quiserem associar a esta iniciativa do Shark), agora é convosco!
Chamem-me conservador, mas eu prefiro “opa’s à antigamente”. Daquelas em que quem faz a oferta, não quer apenas ajudar. Sei lá…, tipo a da Sonae sobre a PT ou a do BCP sobre o BPI. O resultado final até pode ser o mesmo – ou até não ter verdadeiro interesse para as partes – mas eu prefiro assistir a uma OPA com objectivos empresariais mais concretos. Enfim, manias…

Espresso. Este fim-de-semana decorreu, no Porto, a quarta edição do Serralves em Festa, considerada a “maior celebração cultural da Europa”. Dois dias, cerca de 75.000 vistantes, muitas iniciativas, muita procura, grande qualidade, um local lindíssimo e uma Fundação que engrandece a cidade e o país. A bem da nossa auto-estima colectiva!
Meia-de-leite. Falhada a constituição europeia, por veto de parte dos eleitores europeus, ensaia-se agora a aprovação de um mini-tratado (seja lá o que isso for!). À margem da “construção” europeia continuam os cidadãos europeus, sem perceberem nada do que se passa. Não admira que, quando chamados a votar, a resposta só possa ser uma… mas, desta vez, parece-me que será tudo bem pensado e os eleitores serão dispensados desse ”formalismo”.
Descafeinado. O choque tecnológico continua. Agora, vão distribuir computadores (quase) grátis (alguém terá de os pagar, está claro!) e ligações de banda larga a preços mais convidativos. Objectivo: “proporcionar o acesso a computadores e a uma ligação à Internet em banda larga a meio milhão de pessoas, entre estudantes, professores e trabalhadores em formação”. Eu, que não faço parte do “target” definido pelo governo e já adquiri, sem ajudas nem comparticipações, o meu portátil, faço uma sugestão: que tal o Sr. Primeiro-ministro se empenhar na promoção da concorrência efectiva no sector das telecomunicações, que vive num estado de quase monopólio, com a conivência do estado e das entidades que deveriam zelar pelos interesses dos consumidores? Seria agradável pagarmos TODOS um pouco menos pelo acesso à banda larga e outros serviços de comunicação!













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